Sexta-feira, Junho 20, 2008

Não-acaso

"No dia em que os olhos se arregalarem para a realidade de que NADA é por acaso, o discernimento será o guia mor. A simplicidade de entendimento será o alívio pleno. O benefício de uma crença justa será certeiro.

Cada um que passa na nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única para nós e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida passa só, mas não vai sozinho nem nos deixa só. Leva um pouco de nós e nos deixa um pouco de si mesmo. Há os que deixam muito. Há os que deixam muito pouco. Essa é a responsabilidade máxima da vida. A prova de que cada um é importante e de que ninguém se aproxima do outro por acaso".

Quinta-feira, Junho 05, 2008

Há vários tipos de terapia. Escutar música, tocar um instrumento, ler um livro, ficar sozinho, sair com amigos, etc. Mas se tem uma que, na minha opinião, todos deveriam experimentar um dia. É a Terapia naquele sentido que muitos vêem como coisa de louco.

Eu faço terapia. Não porque sou louca, mas porque me encontrei numa situação em que percebi que precisava de ajuda para entender o que meus pensamentos, minhas sensações e minhas atitudes estavam querendo me mostrar. Aprendi que a sensação de ‘perdido’ é um mero sinal que precisamos nos reconectar e voltar ao momento no qual ignoramos alguma coisa por julgar que aquilo era muito difícil de lidar. O problema não é querer conversar com e refletir sobre o assunto no calor do momento, o problema é silenciar o acontecimento para tentar esquecer e seguir em frente como se nada tivesse acontecido.

A sensação de não viver no nosso mundinho de sonhos que só geram frustrações e desmotivam para viver a vida ao máximo (um clichê muito verdadeiro) é inexplicável. Encarar a realidade é prazeroso quando aceitamos que nada é por acaso e todo sofrimento nos prepara para aumentar a intensidade do gozo nos inúmeros momentos de felicidade; ser questionado é saudável porque desperta no adulto, que se acha sabedor de tudo, a curiosidade de criança. E acho que este é o maior aprendizado que levo do divã. Os fantasmas, resolvi comigo: falei sobre, entendi, fiquei em alerta para mudar, lição aprendida... deletei. Mas a curiosidade segue comigo; curiosidade de ver as coisas de diferentes perspectivas, de ouvir opiniões diferentes e, mais importante, de não se satisfazer com a resposta que está na ponta da língua.

Sexta-feira, Maio 09, 2008

"As we grow up, we learn that even the one person that wasn't supposed to ever let you down probably will. You will have your heart broken,probably more than once, and it's harder every time.You'll break hearts too, so remember how it felt when yours was broken. You'll fight with your best friend. You'll blame a new love for things an old one did. You'll cry because time is passing too fast, and you'll eventually lose someone you love. So take too many pictures, laugh too much, and love like you've never been hurt because every sixty seconds you spend upset is a minute of happiness you'll never get back"

Domingo, Abril 27, 2008

Just Meet Me in the Memory

Resolvi voltar a escrever. A possibilidade voltou quando me disseram que é sempre bom a gente ter algo para distrair o ego, já que é quando ele está destraído que conseguimos chegar a conclusões sensatas ou entender coisas que paracem ser enigmas. Mas a inspiração em si veio quando reli um dos "versos" que está na lista dos meus "torne-o um lema" (como o abaixo, que provou-se sábio...).

Vivemos fases em que parece que tudo está tão perfeito que temos medo de mexer em alguma coisa e a felicidade passar. Como diria uma grande amiga, temos medo da felicidade. Temos medo de conhecer a sensação de ser feliz e correr o risco de um dia perdê-la. Um dos piores erros do ser humano. Afinal, para que existem as lembranças? Das dores, devem ficar somente os aprendizados, delete o contexto. Mas da felicidade... deve ficar cada momento.

"One life, live it". Por mais desafiador que seja, temos de aprender a parar de fugir da felicidade, e abraçar o que vem até a gente. Arriscar, não importa a sensação vai durar um dia ou uma eternidade. Importa é que um dia veio, e deixou a lembrança.

"During a happy momemnt, pause and note the details. Replay them in your heart before bedtime, and soon pleasant memories will be top of your mind more often" (Sábio desconhecido)

Domingo, Fevereiro 10, 2008

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você."

Mario Quintada

Sexta-feira, Janeiro 11, 2008

Mania I

Adoro escutar as manias dos outros, é simplesmente hilário. Acho que são as particularidades do ser humano. Hoje me deparei com uma minha, e depois outra, depois outra.

Eu adoro tomar banho escutando música. A mania começa aí. Mas eu gosto de música alta. Mania II. E esse gosto tem de ser mantido quando vou tomar banho. E isso gera uma mania de ritual. Tenho que ligar a música primeiro, ir até o banheiro e ligar o chuveiro p ver se dá p escutar a música. Cool, uh?

Outra coisa é comida fria. Adoro comida (principalmente massa e menos carne, claro) fria. Será que a mania de pegar um pedaço de lasanha na geladeira e comer gelada e nojento? Realça o sabor! Bom, como dizem... cada louco com sua mania. Qual a sua?

Terça-feira, Janeiro 08, 2008

Wear Sunscreen?

Tenho andado meio angustiada.Tenho consciência do motivo, mas parecia que tudo o que eu estava fazendo para aliviar esta angústia não estava dando certo. O que, claro, gera mais angústia ainda. No fim das contas essa progreção aritimética em forma humana vira até uma situação cômica. Pelo menos soou assim para mim. Ou será que só é cômico quando colocamos para fora? Aquele coisa de quando nos ouvimos percebemos como conseguimos ser ridículos?

Em meio à minha angústia ontem, apelei para meu iTunes. Coloquei um shuffle; venha a música que vier, alguma pode ser apropriada para o momento; sempre tem alguma que esquecemos e que pode ser útil. Só sei que uma hora escutei "Wear Sunscreen" (aquele discurso de Formatura que virou música famosa...) e comecei a reavaliar os "musts" de momentos assim. Só sei que à noite percebi que esqueci do mais importante: ginástica. Seja lá qual for o tipo. Só sei que depois de 1h estava renovada. Parecia outra pessoa, e ainda me sinto renovada.Tudo bem que estou toda dolorida hoje, mas vale a pena. Até me inspirei em ir correr no Ibirapuera depois do trabalho. Dá para ir a pé e voltar a pé. E também já fiz minha playlist para dar um tempero especial à terapia de hoje.

Portanto, meus amigos, If I could offer you only one tip for the future, exercise would be it.

Sábado, Janeiro 05, 2008

Heavy Heart

Decidi voltar a escrever. Não só porque completa meu ciclo de terapia somado a cantar no carro e praticar algum esporte, ou porque fará o trabalho do meu futuro terapeuta mais fácil, mas simplesmente porque me faz bem. Acho que às vezes a mente humana consegue atingir uma quantidade de pensamentos tão inimaginável que, antes que ela exploda, é melhor que eles sejam compartilhados.

Fui ao casamento de uma grande amiga hoje. Evangélica. Casamento um pouco diferente, mas até que o pastor falou algumas coisas para se pensar. Se eu estivesse 100% concentrada nas palavras dele eu até comentaria, mas logo após a primeira frase do discuro, minha cabeça foi longe. Ele começou dizendo que muitas pessoas não acreditam mais no casamento, e por isso muitas não casam. Agora eu pergunto: se casamento é tão sagrado assim e uma união tão feliz, porque o mestre de cerimônias dá lições de moral e fala que o casal vai encontrar muitas barreiras mas que vai ter que resistir e etc no dia mais feliz dos pombinhos? Não consigo entender isso. E porque o casamento é onde todos querem chegar? Porque não morar junto e usar o dinheiro dos enfeites para viajar, por exemplo? Tudo bem, sou mulherzinha e quero casar um dia, mas acho que vai ser uma ceriônia pequena, "rezada" por algum amigo (como no casamento da Phoebe e do Mike, em Friends) e só vou assinar os papéis do civil. Posso me vestir de branco, jogar buquê e depois receber a chuva de arroz, mas não quero ninguém chorando e ou alguém me explicando o que é o casamento. Não quero perder a graça de descobrir o que ele é.

Aproveitando a brecha do casamento... eu tenho 23 anos. Não me considero uma pessoa velha ou perto de ser titia, muito pelo contrário. Será que alguém pode me explicar qual é essa mania das pessoas falarem oi e depois pergutarem da sua vida amorosa? Se for falta de ter o que falar, prefiro continuar com o bom e velho diálogo sobre o tempo. Quando a resposta for diferente, vai ficar bem claro para todo mundo já que terão que falar oi para duas pessoas, certo? Quando escuto a pergunta over and over again concluo que as pessoas são egoístas. Claro que elas não vão pensar no que eu penso, mas esta falta de sensibilidade pode torná-las egoístas. É como se não bastasse o que passamos, é como se viver uma decepção não fosse o suficiente. As pessoas precisam insistir em nos perguntar, para cada vez termos um flashback do porquê o último não deu certo, ou porque a situação atual é complicada. Sinceramente, a mente já está tomando conta disso, neste quesito empurrõezinhos não são necessários. Portanto, pessoas, perguntem sobre o tempo.

Terça-feira, Julho 03, 2007

I Choose

"Here am I now looking at 30 and I got so much to say
I gotta get this off of my chest, I gotta let it go today
I was always too concerned about what everybody would think
But I can't live for everybody, I gotta live my life for me
I pitched a fork in the road of my life and ain't nothing gonna happen unless I decide

And I choose to be the best that I can be
I choose to be authentic in everything I do
My past don't dictate who I am
I choose

I done been through some painful things I thought that I would never make it through
Filled up with shame from the top of my head to the soles of my shoes
I put myself in so many chaotic circumstances, but by the grace of God I've been given so many second chances
But today I decided to let it all go
I'm dropping these bags, I'm making room for my joy

Because you never know where life is gonna take you and you can't change where you've been
But today, I have the opportunity to choose

I used to have guilt about why things happen the way they did cuz life is gone do what I do
And everyday, I have the opportunity to choose

From this day forward I'm going to be exactly who I am
I don't need to change the way that I live just to get a man
I even had a talk with my mama and I told her the day I'm grown,
"from this day forward, every decision I make will be my own."

And I choose to be the best that I can be
I choose to be courageous in everything I do
My past don't dictate who I am
I choose

Because you never know where life is gonna take you and you can't change where you've been
But today, I have the opportunity to choose
I used to have guilt about why things happen the way they did cuz life is gone do what I do
And everyday, I have the opportunity to choose."

(I Choose - India Arie)

Sexta-feira, Junho 22, 2007

New Deep

"I'm so alive
I'm so enlightened
I can barely survive
A night in my mind
I've got a plan
I'm gonna find out just how boring I am
And have a good time

Cause ever since I tried
Trying not to find
Every little meaning in my life
It's been fine
I've been cool
With my new golden rule

Numb is the new deep
Done with the old me
And talk is the same cheap it's been

Is there a God?
Why is he waiting?
Don't you think of it odd
When he knows my address?
And look at the stars
Don't they remind you of just how feeble we are?
Well it used to, I guess

I'm a new woman
I wear a new cologne and
You wouldn't know me if your eyes were closed
I know what you'll say
'This won't last longer than the rest of the day'
But you're wrong this time
You're wrong"

(New Deep - John Mayer)

Terça-feira, Junho 19, 2007

Be careful...

Domingo, Junho 17, 2007

Redação

Interessante deve ser ser professora de redação, ter diferentes pontos de vista sobre um tópico, que foi vivenciado nas mais diversas situações. Se eu tivesse pensado nisso antes e escolhido ser professora de redação, hoje pediria para meus alunos dissertarem robre desapego e incerteza.

Sobre desapego... eu diria q aprendi q, infelizmente, os outros sofrem e a gente aprende. Às vezes sofremos por alguma coisa e levamos um tempo p nos adaptarmos porque, ao invés de seguir em frente, tentamos entender o porque. Até que uma tragédia acontece c alguém próximo p nos mostrar q existem situações mto piores e q reclamar de boca cheia é covardia. Nas últimas semanas venho lidado c me desapegar dos meus anjinhos e por razões longe de serem lógicas c me desapegar de coisas q nem ainda aconteceram e q não se sabem se vão acontecer, coisas q chamaria de 'mind trick' e q temos q tomar cuidado p não tomar como realidade. Para me dar aquele cutucão de acorda p a vida, uma gde amiga tb está tendo q se desapegar do anjinho dela... q saiu dela, e q se foi p sempre. Aprendizado p mim, aprendizado p ela. P levantar, tentamos focar nas velha frase "caminhos mais difíceis costumam trazer mais crescimento". Mas, qto tempo se leva p reaprender a viver sme aqueles com quem se tinha apego?

Isso me leva a pensar sobre a incerteza. Pq novas situações levam à incerteza. Dizem q essa é a graça da vida, não saber o amanhã e aproveitar cada dia como se fosse o último. Difícil é lembrar deste pequeno detalhe e trazer c a incerteza excitação ao invés de angústia, já que, se há uma certeza nisso td, é q novos desafios virão. E isso sim, dá graça à vida.

Sábado, Maio 26, 2007

Just right

É bom qdo a gente percebe q nossas decisões foram certas p o momento. Mesmo na hora parecendo insanas, elas foram just right. Next step: praticar o 'a partir de'.

Segunda-feira, Maio 21, 2007

Casa

O blog tá meio abandonada... já já volto à ativa. Ai vai ter histórias de New York, New York, últimos dias em Park City, etc. Acho q preciso terminar de empacotar e 'chegar' primeiro, pq não consigo pensar em mais nada. Travei meu bem. Só um parênteses, se alguém conhece quem esteja procurando uma funcionária excelente, estou aqui. Pq além de q está chegando o dia, essa é a única coisa q consigo pensar. Pq claro, todo mundo q conheço aqui tem q fazer a infeliz pergunta de o q vou fazer qdo voltar, impressionante. Como se a pressão fosse pouca.

Anyway, é engraçado como não consigo descrever o q estou sentindo agora. Extremamente feliz e ansiosa e segura de q agora sim estou preparada para voltar, mas ao mm tempo super nervosa. Vai ser difícil estar longe dos meus monstrinhos? Muito. Mas não estou triste. Estou tranquila... e talvez por isso seja tão difícil responder a pergunta de como eu estou. Parece q dizer "just fine" vai fazer parecer q não sinto nada.

Bom, independente do q vá acontecer, estou voltando pra casa. E isso nunca soou tão bem.

"Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo
Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrastando pelo chão

Mas sempre tinha a cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa, me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez

Às vezes é tormenta
Fosse uma navegação
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que nao
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussuro
Já impressos no colchão

Pois sempre tem a cama pronta
E rango no fogao
Luz acesa, me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez"

(Casa - Lulu Santos)

Quinta-feira, Maio 10, 2007

Yes, Wear Sunscreen... but Back Up!

Sabe aquele texto "Wear Sunscreen" que saiu no Chicago Post e q virou música e mania internacional por um tempo? Aquele mm, q foi traduzido p o português na voz do Bial. Então, eu diria q a versão dos anos 2000 deveria ser Back Up. O negócio foi o seguinte: como qq eletrônico, meu note tb tem vida própria. Aí ontem à noite, antes de ir dormir, estava fechando o computador e a Atualização Automática od Windows pediu p reiniciar o computador. Decidi desligar (geralmente deixo o bichinho de stand by) e deixar p ligar hj. Pois é, quem disse q ligava? Entrou em greve. Segundo ele um componente não estava instalado apropriadamente ou não estava instalado. A única explicação palpável q me deram foi q era virús, o q ainda é difícil de acreditar visto q meu antivírus (ex agora) vive fazendo atualizações e tinha feito check up essa semana. No final das contas, tive q usar o Recovery System, o q significa q seu computador vai ficar zero, do jeito q veio da fábrica. Agora pare, pense, e leia as entrelinhas.

Agora vamos voltar ao tempo. Final de semana, Júlia preguiçosa. Estava pegando uma virose das bravas então não posso me culpar tanto assim... mas, preguiça é preguiça. Olhei p o HD externo, ele olhou p mim, e conversamos sobre fazer o primeiro Back Up nele. Mas a preguiça venceu a discussão e resolvi deixar p depois, já q nada de mais ia acontecer. Agora avance a fita de novo, hj. Saldo do dia: eu e um computador sem nenhum dos meus arquivos. O meu último Back Up? 19 de Março. O troféu do meu curso... data de 19 de Abril. P onde ele foi? P os cafundós... vou ter q refazer. Recuperei a maioria das coisas pelo último BU mas minhas trêsmilecacetadasmúsicas se foram (estou tendo q passar p o computador 100 por vez pq sou mão de vaca e é o máximo q a trial version do programa q achei deixa), meu financeiro, meu CV e o mais importante (já q o resto mm q dando trabalho eu recupero), meu resumão lindo em ppt do meu curso.

Portanto meu caro amigo, confie (e faça) no Back Up.

Segunda-feira, Abril 30, 2007

Se tem uma música que meu iPod já está enjoado (o q não significa q eu esteja) é "Não precisa mudar", da Ivete Sangalo. Sim, a música é fofa, daquelas românticas q todo mundo sonha em um dia poder cantar c gosto pq sente exatamente aquilo. Agora entrando nesse assunto de "não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito, seus costumes seus defeitos"... vamos ao mas. Pq td tem um 'mas'. Minha questão é: até onde não precisa mudar? Não acho q existe o q sobreviva à falta de apoio; e não saber apoiar, na minha opinião, é um defeito dos gdes, conjunto c o egoísmo. E se a ausência de apoio é apenas um recado de q vc simplesmente não se importa, sinal que um defeito ainda maior segue. Ausência de sinceridade. Acho q não sentir q seja quem for está lá p apoiar, responde a qq pergunta q os sentimentos um dia pensaram em fazer. Agora alguém sabe como responder a essas perguntas convencendo-os da maneira certa de agir?

Domingo, Abril 22, 2007

"I won't be so hard on me today
I start to take myself so seriously
Shouldn't be so hard just to be effortlessly
It shouldn't be so hard to keep it together
It shouldn't be so hard to say the right things to you
It shouldn't be so hard just to be effortlessly

Weightless worries fall away
Wasted pools of energy
I want to know
I want to breathe
I want to be effortlessly

It shouldn't be so hard to be inspired
It shouldn't be so hard just to write this song
It shouldn't be so hard to be wrong or to agree
It shouldn't be so hard to change the world
It shouldn't be so hard just to change your mind
It shouldn't be so hard just to be effortlessly

I won't be so hard on me today
I start to take myself so seriously
Shouldn't be so hard just to be effortlessly
I want to know
I want to breathe
I want to simplify my needs
I want to live inside this moment
And just be effortlessly"

(Effortlessly - Sister Hazel)

Domingo, Abril 15, 2007

Tudo muda? ... ou tudo se transforma?

Hj eu diria q não há melhor maneira p aprender sobre o ser humano que cuidando de criança. Jack e Gavin me ensinam coisas novas a cada dia, e observá-los me leva a questionar mtas coisas. Por exemplo: pq insistimos no erro, no q sabemos q é errado, ou em acreditar no q não é real? Somos assim desde criança, mas c o passar do tempo muda-se o nível de complicação e o tópico. Por exemplo: as pestes ficam de castigo quase q diariamente por fazer coisas do tipo chacoalhar o leite de cabeça p baixo p espirrar leite pelo tapete. Ai me pergunto: pq? Vc sabe já sabe qual vai ser a consequência, mas mm assim insiste em fazer! Então esses dias, antes de acabar c a festa, resolvi espiar p tentar entender pq. A verdade é q nunca vi eles se divertindo tanto, juntos. Não pq é proibido, mas pq alguma coisa qdo o leite espirra e um imita o outro é engraçada. Aí cheguei a uma conclusão: fazemos de td p viver aquele momento, aquele breve espaço no tempo durante o qual td ao nosso redor parece desaparecer e td o q importa é o sentimento e a felicidade proporcionado pelo ato ou pela experiência. As consequências q venham depois, mas pensar q aquele momento mágico pode existir, faz td valer a pena.

Isso me leva a refletir sobre amadurecimento. Na verdade amadurecer não é mudar, mas sim dar um "upgrade" nas situações q a vida nos coloca. As coisas acontecem da mesma forma, e reagimos da mm maneira de qdo éramos criança, mas o contexto muda... e dessa vez a vida q é responsável por nossa disciplina.

Sexta-feira, Abril 13, 2007

Just SAY it

Estou quase acabando Sex and the City. Só posso adiantar q depois q eu assistir o último episódio vou ficar mto triste... afinal, acreditem ou não, meus momentos de reflexão têm sido criado por Carrie Bradshaw, ou eu deveria dizer Candance Bushnell? Os episódios assistidos hj me levaram a pensar pq as pessoas não são mais abertas; pq elas não dizem claramente o q sentem ou pensam ao invés de esperar q a outra pessoa envolvida simplesmente adivinhe? Como se sabe, a imaginação humana é mto fértil, então quem garante q a hipótese é verdadeira? Seja curto e grosso, vá direto ao ponto. Como diria a Miranda, isso vai me economizar horas de terapia, reflexão, e sofrimento. Aliás não há angústia pior do q imaginar o q uma outra pessoa pensa ou sente quando vc sente q pode estar td, menos normal. A verdade pode ser dura, e às vezes trascer sofrimento. Mas c ela vem crescimento e novos experiência. Então deve valer a pena, não?

Quarta-feira, Abril 11, 2007

"It isn't very difficult to see why
You are the way you are
Doesn't take a genius to realise
That sometimes life is hard
It's gonna take time
But you'll just have to wait
You're gonna be fine
But in the meantime
Come over here
Let me wipe your tears away
Come a little nearer
Coz you'll heal over
Heal over someday
And I don't wanna hear you tell yourself
That these feelings are in the past
You know it doesn't mean they're off the shelf
Because pain's built to last
Everybody sails alone
But we can travel side by side
Even if you fail
You know that no one really minds
Come over here
Don't hold on but don't let go
I know it's so hard
You've got to try to trust yourself
I know it's so hard
Come over here
Let me wipe your tears away
Come a little nearer
Coz you'll heal over
Heal over someday"

(Heal Over - KT Tunstall)

Terça-feira, Abril 10, 2007

Murphy contra-ataca

Ai q esse fds me deu uns 5 min e resolvi arrumar meu armário. P ter noção de bagagem e já q estava esquentando por aqui, achei q seria bom eu empacotar as roupas de inverno. Então coloquei tudinho na mala. Pois não é q hj eu acordo, abro a janela e o verde sumiu??? Tá td branco de novo!!! Vou te contar viu.

Sábado, Abril 07, 2007

Diariamente

Como p toda situação na minha vida, achei uma música p linkar o momento atual e o post abaixo. Na verdade ela simplesmente surgiu no meu iPod; não sei pq nunca reparei q ela estava lá, tocando desde 1988. A mensagem? Não há nada nessa vida e nesse mundo o q não tenha solução ou algo q torne o caminho mais simples...

"Para calar a boca: Rícino
Para lavar a roupa: Omo
Para viagem longa: Jato
Para difíceis contas: Calculadora
Para o pneu na lona: Jacaré
Para a pantalona: Nesga
Para pular a onda: Litoral
Para lápis ter ponta: Apontador
Para o Pará e o Amazonas: Látex
Para parar na pamplona: Assis
Para trazer à tona: Homem - Rã
Para a melhor azeitona: Ibéria
Para o presente da noiva: Marzipã
Para Adidas o Conga: Nacional
Para o outono a folha: Exclusão
Para embaixo da sombra: Guarda -Sol
Para todas as coisas: Dicionário
Para que fiquem prontas: Paciência
Para dormir a fronha: Madrigal
Para brincar na gangorra: Dois
Para fazer uma toca: Bobs
Para beber uma coca: Drops
Para ferver uma sopa: Graus
Para a luz lá na roça: 220 volts
Para vigias em ronda: Café
Para limpar a lousa: Apagador
Para o beijo da moça: Paladar

Para uma voz muito rouca: Hortelã
Para a cor roxa: Ataúde
Para a galocha: Verlon
Para ser moda: Melancia
Para abrir a rosa: Temporada
Para aumentar a vitrola: Sábado

Para a cama de mola: Hóspede
Para trancar bem a porta: Cadeado
Para que serve a calota: Volkswagen
Para quem não acorda: Balde
Para a letra torta: Pauta
Para parecer mais nova: Avon
Para os dias de prova: Amnésia
Para estourar a pipoca: Barulho
Para quem se afoga: Isopor
Para levar na escola: Condução
Para os dias de folga: Namorado
Para o automóvel que capota: Guincho
Para fechar uma aposta: Paraninfo
Para quem se comporta: Brinde
Para a mulher que aborta: Repouso
Para saber a resposta: Vide - o - Verso
Para escolher a compota: Jundiaí
Para a menina que engorda: Hipofagi
Para a comida das orcas: Krill
Para o telefone que toca
Para a água lá na poça
Para a mesa que vai ser posta
Para você o que você gosta
Diariamente
"
(Diáriamente - Marisa Monte)

Terça-feira, Abril 03, 2007

Então vc tem duas opções. Sentar e chorar e se sentir vítima e coitada, ou respirar fundo e pensar q está quase lá, e q não há nada no mundo de q vc não seja capaz. Até um minuto atrás eu estava na primeira opção sem perceber. Agora, a segunda vai me acompanhar diariamente, até q o tempo passe e a solução chegue naturalmente.

Quinta-feira, Março 29, 2007

Mind Trick

Se te uma coisa q não sai da minha cabeça é a imagem do anjinho e do diabinho no meu ombro. Afinal, o q cada um representa? Meus pensamentos das últimas semanas me levam a acreditar q são seus sentimentos e sua mente, respectivamente. Cheguei à conclusão q os piores inimigos do ser humano são seus próprios medos e sua mente.

Alguns medos fazem c q nossa mente crie automaticamente um mecanismo de defesa p possíveis acontecimentos e, pior q isso, acreditar q nossos medos são a realidade. Ela pode acabar por intoxicar cada coisa boa q faz parte da nossa vida e nos fazer acreditar q, envolvidas c essas coisas, sempre há um problema. Algum psicólogo disposto a tentar me explicar o poder da mente humana? E como ela vem a ter o poder de usar truques contra o bem da própria pessoa onde ela vive?

Pior ainda é qdo ela faz vc esquecer q tem sentimentos e escolher c a cabeça e c os valores, qdo td q vc quer é esquecer q consciência e palavra existem e seguir p o q vai realmente te provar q a vida vale a pena... já q por mais paciente q vc tenha aprendido a ser, nada espera p sempre.

"Às vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra
falar
Vou deixar a rua me levar"
(Pra Rua Me Levar - Ana Carolina)

Quarta-feira, Março 28, 2007

Aí q o carteiro me mandou uma mensagem por email, e o assunto era: "Presiso de você". Porra, quer me mandar vírus pelo menos engana direito né! Ai ai ai...

Terça-feira, Março 27, 2007

O problema é seu...

Cheguei à conclusão de q preciso usar essa frase c mais frequência. Os últimos acontecimentos me mostraram q, p carregar os problemas dos outros nas costas, estou abrindo mão ou adiando partes da minha vida q estão prontas p serem vividas; e, como já se leu aqui inúmeras vezes, the world keeps on spinning can't stop it if you're trying to. Mas são nessas horas q ele parece estar girando bem devagar... p a gente.

É difícil perceber q perdeu-se no meio do problema dos outros... é qdo se prova q o costume e a rotina podem sim serem prejudiciais a fazer a vida valer a pena; pq chega um certo momento q é tão normal q simplesmente os resolvemos, ficamos "fáceis" p dizer sim pq parece q a dó, sentimento traiçoeiro, se enraizou na gente. Sorte q existem pai, mãe, irmãs, e gente especial p me lembrar q eu tenho minha própria vida p tocar, e q os problemas dos outros não me dizem respeito, mm q eles tentem jogar o peso p mim. Afinal, o problema é seu!

Sexta-feira, Março 23, 2007

Just like...

Dizem q toda mãe é igual, só muda de endereço. Vivendo prova-se q homem é td igual. Mas assistindo Sex and the City, I couldn't help but wonder: existem alguns tipos chaves de mulher, ou somos nós todas iguais até mm antes de nos tornarmos mães?

Sempre q assisto um episódio, fico pensando em qual pele eu me encaixaria melhor: Carrie, aquela q parece uma mulher forte mas na verdade é a bonequinha de porcelana; Miranda, aquela q é forte mas deixa q essa força se transforme em uma muralha; Samantha, aquela q se fechou após algum acontecimento no passado e vive fugindo de seus medos; ou Charlotte, um poço de mistérios, aquela q parece fraca mas é a mais forte e q acredita no ser humano e na sua capacidade exclusiva de amar... mas é aquela q ainda precisa descobrir quem é e enfrentar seus problemas.

De primeira me vi na Charlotte, simplesmente me identificava c mtas de suas falas e atitudes, mas c o passar das temporadas comecei a achar q, na verdade, eu sou um pouco de cada uma, dependendo da época do ano ou da hora do dia. Talvez elas representem as características de uma mulher, uma maneira mais forte de destacar determinados pontos. É engraçado pq, mm q eu ache q eu seja um pouco de cada, observando outras mulheres volto a pensar q cada uma se encaixa em um perfil de Sex and the City. Parece q no final, e lá no fundo, todas só queremos uma família e 2 braços p correr qdo a realidade e os desafios parecem ser mais do q possamos suportar; um cúmplice, mas de forma q possamos sempre ser o pescoço enquanto a opinião é de q a cabeça q pensa.

Reflexão confusa essa. Acho q no fim temos tipos chaves de mulheres, q usam suas características fortes e suas fraquezas p, no fim, chegar ao mm ponto. Há aquelas q escolhem tomar rumos diferentes, e q acham q o destino idealizado por todas nós é bobeira. Well, c'est la vie.

Segunda-feira, Março 19, 2007

Yeah you should see... the world inside my head



2 shows em um fds;
2 palhetas;
1 conversa sobre a vida com Ken Block, o vocalista;
reconhecimento da banda perante uma fã maluca que sabe "every single word" (palavra dos prósprios);
cópia autografada do último CD, Absolutely;
dose alta de tietagem;
e um sorriso de dar laçinho.
Ignorando a multa por speeding, esse foi o saldo de parte da minha última aventura, digo viagem, e os dois melhores dias desses meus meses na terra do Tio Bush.
Para quem não sabe e então provavelmente não está entendo nada do q estou falando, este fds aluguei um carro e viajei 5h (e uma multa...) para finalmente, após anos de espera, assistir ao show do Sister Hazel, minha banda mais que preferida agora. Foi em Steamboats Springs, no Colorado; uma cidade quase igual Park City, porém com menos estrutura, embora muito melhor explorada. Anyway... valeu a pena cada centavo gasto e cada segundo de espera. Cheguei na sexta à tarde e foi o tempo de comer, tomar banho, e ir p o show. Foi ótimo, cantei, me diverti, e consegui minha foto c o Ken Block, o vocalista, no final. Já estava realizada, e mal imaginava o q estava por vir...
No sábado, tinha outro show deles, dessa vez de graça, patrocinado pela Bud Light. Como não tinha mto o q fazer e queria garantir meu lugar de tiete cheguei mais cedo... e não é q era bem a hora da passagem de som??? Pois já garanti meu lugar e curti um pouco da banda. Feita a passagem de show, Ken Block desceu para falar c a galera e, portanto, isso inclui yo, a quem ele pareceu lembrar do show do dia anterior. Outra foto tirada, CD autografado, o show tem q continuar. Cantei até ficar rouca, dancei até o pé doer, e me empolguei c direito a posar p uma foto tirada do palco pela banda. Ao final do show, vejo alguma coisa voando em minha direção... a palheta do Ryan Newell, o guitarrista (lead); ele simplesmente jogou p mim, sem eu nem ter q pedir! Maior reconhecimento gostoso! Aí segui p o lado do palco, p uma última palavrinha com eles. O Ryan e o Mark (batera) tinham q sair correndo para pegar o vôo, o Drew Copeland (guitarra) não sei onde foi, mas o Jett Beres e o Ken ficaram p conversar c a galera. C toda sua simpatia, Ken veio até mim e qdo eu começei a dizer "thank you, it was awesome", ele me deu um abraço e agradeceu pelo carinho e disse q estava impressionado como eu sabia "every single word for every single song". Daí engajamos em uma conversa sobre a vida, certamente inesquecível.
Acho q todo artista agradece pelo carinho do fã e etc, mas nunca pára de verdade p retribuir. Essa experiência c o Sister Hazel mostrou q não tam desculpa para não posso falar c vc por q sou famoso. Os caras são p*** músicos, e super simpáticos. Demonstram q sabem o quanto somos importante na vida deles e o qto eles apreciam isso. Se eu já gostava da banda e era mto fã, agora sou fã seguidora, super tiete e apaixonada por cada um deles. Esse tipo de reconhecimento de "sei q vc fã Júlia existe e q nós apóia e obrigado por isso" é inexplicável e um super motivador. Para parar p pensar mm como tratamos uns aos outros... e quem somos.

"By simple definition I'd be scattered
Where do I begin?
Well I'm stuck within the mortal framework of having to use words
And I've never been one for incompleteness
My attempts to say never find their way
Inconsistency is inconsistency within this conversation
Sometimes you know there's no limits
Sometimes I'm a mother, I'm a brother, I'm a lover and another
Sometimes I'm scared
Sometimes I'm a hero
But mostly I'm just me
In some regards I'd use the term eclectic
The merging of experience and different points of view
Well I think, I learn, I listen and
I sift my way right through
And I'm always the one with fascination"
(Sister Hazel - Sometimes)

Terça-feira, Março 06, 2007

Unwritten

"I am unwritten, can't read my mind, I'm undefined
I'm just beginning, the pen's in my hand, ending unplanned
Staring at the blank page before you
Open up the dirty window
Let the sun illuminate the words that you could not find
Reaching for something in the distance
So close you can almost taste it
Release your inhibitions

Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is where your book begins
The rest is still unwritten

I break tradition, sometimes my tries, are outside the lines
We've been conditioned to not make mistakes, but I can't live that way"

(Unwritten - Natasha Bedingfield)

Sexta-feira, Março 02, 2007

Puerto Vallarta

Sim, fui p Puerto Vallarta, no México, com os Dodds. Na verdade eu, Elaina, Madi, 3 pestes (Michael nos últimos 3 dias) e os Carranghers (Carolyn, Andrew, Mandi e suas 3 pestes). Resumidamente, minha semana de verão do ano foi bem gostosa. Ficamos no Westin Resort & Spa, um puta hotel onde só se encontra o subúrbio americano e alguns europeus perdidos, impressionante. Trabalhei bastantate, mas tb tive um pouco de tempo p curtir praia e relaxar no sol que nos acompanhou pelos 6 dias!!! E ainda tive chance de fazer glider na água... na verdade vc só senta lá e um barco te puxa por uma corda enquanto vc está lá no céu, sentindo o que paz significa. Emocionante. Mais momentos peaceful como este por vir...

Mas, voltando a Puerto Vallarta, é praia como qq outra praia, embora eu ainda ache q as nossas mais cheias de vida e energia. Falando como turismóloga, eu diria q a cidade tem estrutura para atender a demanada, em termos de hotéis, staff bilíngue, transfer e restaurantes. O serviço pode pecar um pouco de vez em quando, mas nada grave. Já o aeroporto, um inferno! Não existe raio-X e cada mala é aberta e checada por seguranças, o q torna o tempo de espera no calor (pq tb não tem ar-condicionado) uma eternidade. Bom, não vou ficar fazendo análise turística pq não deve ser tão gostoso de ler p quem não é da área... quem quiser mais análise let me know! Agora algo q tenho q dizer... o México, querendo ou não, mostrou-se quintal dos EUA. Os mexicanos vêem aos EUA p trabalhar, fazer o serviço pesado q os americanos não querem fazer, e os americanos vão passar as férias nas boas partes do México... onde quem os servem, mais uma vez e agora obviamente, são os Mexicanos. Será q existe uma política da boa vizinhança desequilibrada?