"Life is about not knowing, having to change, taking the moment and making the best of it, without knowing what's going to happen next. Delicious ambiguity" (Gilda Radner). A melhor definição do que é o caminho entre o caos e a criação, o significado de viver a vida.
sábado, fevereiro 17, 2007
What the f***?
Tudo começou c meu vício em Sex and the City. Na verdade td começou no episódio que a Carrie estava saindo c um cara e chegou à de que o relacionamento dela c ele girava em torno do sexo, e q era melhor ela continuar procurando alguém que ela pudesse conhecer mais além. Aí eu comecei pensar sobre relacionamentos, refletir sobre os exemplos do programa, e tentar entender um pouco mais o jeito que o homem vê a mulher. Ainda não consegui chegar a conclusão nenhuma, acho q isso é o tipo de coisa q só as situações q a vida me coloca vão me mostrar, além de ser mto singular, pq depende das pessoas envolvidas e da afinidade entre elas. Então vcs devem estar se perguntando... "e que diabos vc está escrevendo sobre isso aqui? Guarde essas reflexões sem propósito p vc!". The thing is... tenho estudado muito para meu curso e, como se não bastasse decidi que, além de estudar, vou fazer um belo resumo no PPT. Estava procuranto um clipart num site p representar o componente "produto" dos 4 Ps do Marketing Mix. Coloquei no campo de busca product e fui checar os resultados, e o sétimo desenho que apareceu (na primeira linha, primeira página do resultado da busca!) foi a de um útero. Absurdo não? Em pleno 2007, a mulher ainda é vista como mero depósito de espermas para proliferar a nação?
sábado, fevereiro 10, 2007
Cá está uma coisa q ando pensando mto ultimamente: qual é a hora certa para deixar q acontecimentos do passado sejam nada mais q lembranças? Se há uma coisa que qq pessoa tenta aprender a vida inteira é lidar c o desapego; mm algumas coisas não sendo mais reais, não fazendo mais parte da sua vida, às vezes é difícil não pensar nelas como possibilidades. E isso me faz ir um pouco mais além: há hora certa? Ou o fato de não ser mais real ou possibilidade diz que chegou a hora de trabalhar com aquilo e simplesmente aceitar o rumo que a vida tomou? Ou o q vc sente diz td, só resta fazer?
Qdo se passa mto tempo sem estar em casa de verdade, conhecendo gente nova a cada dia, e ficando meses sem falar c algumas pessoas, o reencontro pode ser um choque. Pode trazer coisas boas, ou pode tornar coisas simples em equações complexas. Às vezes é difícil aceitar q, assim como a sua vida mudou, a vida das outras pessoas tb mudou, de certa forma; e q o q vc esperava está longe de ser o q é de verdade. Mas aprendi q por mais difícil q seja, a gente acaba se acostumando e lidando c a situação. Mais complicado é sentir q chegou a hora de seguir em frente, e ter q deixar pessoas q fizeram vc ser parte do q é hj, p trás. Sei q todos q passam na nossa vida contribuem um pouco p aqueles q nos tornamos, mas sempre há anjos q fazem uma gde diferença. Sinto q estou mais q pronta p voltar p casa, mas pensar em deixar os Dodds, e principalmente meus bebês, parece uma das coisas mais desafiadoras q vou ter q encarar.
Esses dias fui buscar os dois na escola e a professora disse q eles tiveram um dia ótimo e q achava q era super importante eu ter voltado, q eles estavam bem mais seguros do q antes e q ela sabia q era por eu estar por perto. Mm c o sentimento de missão cumprida e de q eu tinha mm q estar aqui um pouco mais p eles, ainda estou tentando resolver a equação q vai me levar de volta p casa o mais tranquila possível. As coisas q estão por vir fazem minha adrenalina ir a mil, mas pensar no q vai ter q ficar p trás me traz dor. Ai penso se há uma palavra mágica q simplesmente faça td virar lembrança... mm sabendo q nope, this is real world. Então me preparo p voltar p casa aberta p as mudanças q estão ocorrendo, e esperando q, no meio de algumas delas, os anjos q ficaram estejam prontos para aceitar as minhas mudanças e c a adrenalina a mil p o q há por vir.
Qdo se passa mto tempo sem estar em casa de verdade, conhecendo gente nova a cada dia, e ficando meses sem falar c algumas pessoas, o reencontro pode ser um choque. Pode trazer coisas boas, ou pode tornar coisas simples em equações complexas. Às vezes é difícil aceitar q, assim como a sua vida mudou, a vida das outras pessoas tb mudou, de certa forma; e q o q vc esperava está longe de ser o q é de verdade. Mas aprendi q por mais difícil q seja, a gente acaba se acostumando e lidando c a situação. Mais complicado é sentir q chegou a hora de seguir em frente, e ter q deixar pessoas q fizeram vc ser parte do q é hj, p trás. Sei q todos q passam na nossa vida contribuem um pouco p aqueles q nos tornamos, mas sempre há anjos q fazem uma gde diferença. Sinto q estou mais q pronta p voltar p casa, mas pensar em deixar os Dodds, e principalmente meus bebês, parece uma das coisas mais desafiadoras q vou ter q encarar.
Esses dias fui buscar os dois na escola e a professora disse q eles tiveram um dia ótimo e q achava q era super importante eu ter voltado, q eles estavam bem mais seguros do q antes e q ela sabia q era por eu estar por perto. Mm c o sentimento de missão cumprida e de q eu tinha mm q estar aqui um pouco mais p eles, ainda estou tentando resolver a equação q vai me levar de volta p casa o mais tranquila possível. As coisas q estão por vir fazem minha adrenalina ir a mil, mas pensar no q vai ter q ficar p trás me traz dor. Ai penso se há uma palavra mágica q simplesmente faça td virar lembrança... mm sabendo q nope, this is real world. Então me preparo p voltar p casa aberta p as mudanças q estão ocorrendo, e esperando q, no meio de algumas delas, os anjos q ficaram estejam prontos para aceitar as minhas mudanças e c a adrenalina a mil p o q há por vir.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Tic-Tac
Será q algum dia vou conseguir voltar a me dedicar ao blog como antes? Tempo é algo q me falta! Ainda acho q alguns dias deveriam ter, no mínimo, 36h. Assim eu dormiria mais um pouco e ainda daria conta do q não consigo fazer nas poucas horas de sono e o q me resta das 24h. Agora estou no aeroporto esperando p voltar p Salt Lake. Esperar não é algo mto interessante p quem não tem tempo, mas eles disseram q por mais q eu fique 3h esperando no aeroporto eu pego um vôo direto e chego em SLC 43min antes... mas eles esqueceram de mencionar q não adianta mto já q meu transfer só está marcado p 21h (já q meu antigo vôo chegaria este horário) e eles provavelmente vão extraviar minha mala, o q vai me custar mais tempo c toda a burocracia de reclama aqui, pede ali, entrega no outro dia e etc. Confusão de minutos antes, minutos depois à parte, resolvi deixar a Delta decidir por mim e aproveitar essas 3h p fazer o q me faltou tempo p fazer nesses 23 dias q fiquei sem ter folga e q não conseguirei fazer até sábado à tarde (já q trabalho sexta à tarde e sábado de manhã) já q ainda tenho 3 capítulos p estudar p a prova de quinta do curso. Estudar seria uma boa opção, mas tive a feliz idéia q colocar meu livro dentro da mala q despachei e q tem gdes chances de ser extraviada. Uh, agora tenho q arrumar tempo p rezar p ela não ser extraviada pq caso contrário estarei fudida na quinta, qdo terei prova, mas não terei livro. Toda essa conversa me lembrou da música “tempo tempo mano velho falta um tanto ainda eu sei” e me fez perceber q meu espírito José Simão está em alta hoje. Então, vamos prosseguir em alto estilo.
Buemba! Buemba! Coqueirão urgente direto da terra do Tio Sam Bush, ou “Bullshit”, como diriam alguns brasileiros aqui. O mais engraçado é q os americanos ficam olhando c aquela cara de ponto de interrogação p a gente, como qq coisa q foge do roteiro deles. Se vc não entendeu, estou em Washington DC (que significa District of Columbia, p quem não sabe). Vim trabalhar na divulgação do 62º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermartologia no American Meeting (se vc é dermatologista é só clicar no link q redicionará p o site! hihihi) e aproveitei p, nas 4h q me restaram, conhecer os pontos turísticos da cidade. Pelo menos alguns. Bem aquela coisa de checar no guia o q é, pára na frente, tira foto (incluindo a especial p meu papis na Casa Branca c o dedo maior esticado), e corre p o próximo. Correr era meio difícil, já q (não) sentia minha bunda e pernas congeladas. Mas td bem, tirando o Lincoln Memorial q eu esqueci da existência, vi bastante coisa. Não devo ter perdido mto do Memorial, já q o highlight é o espelho de água q estava em greve e paralisou o reflexo congelando a água. Rarara.
Agora voltanto p meu espírito super-duper sério e falando c uma ponta de turismóloga, recomendo Whasington DC. Capitólio, Casa Branca, Washington Monument, museus etc são lindos; construções antigas e mto bem conservadas q comprovam o jeito organizado americano de ser. Tem-se o Capitólio e o Washington Monument em lados opostos e divididos por todas as secretarias e museus q retratam sua história. Ao lado do Washington Monument, a Casa Branca. Lembra mto Santiago do Chile, mas mais limpa. A cidade respira história e vangloria seus heróis, e no meio disso os tempos modernos tentam conseguir um espaço, gerando um contraste que, no fim, deixa a cidade ainda mais charmosa e interessante. Outro ponto p mencionar aqui: dificilmente se encontra lixo no chão, o q mais uma vez prova como é importante a consciência do papel de cada cidadão. Além disso, as ruazinhas perdidas no meio das gdes avenidas nos fazem ter a sensação q estamos entrando em um filme; dá até vontade de nos mudarmos só p morar nos predinhos. Contrastando com toda essa beleza, DC carrega o fardo de cidade mais violenta dos EUA. É difícil de acreditar qdo se vem visitar, mas conversando c os moradores, descobre-se q, em determinadas áreas da cidade, não se pode entrar a não ser q faça parte do gueto. Então mantenha-se longe dessas áreas, mas não desista de DC, ainda mais se sua amiga chamada Paula ser tão fofa ao ponto de viajar p curtir a noite da cidade c vc.
PS: voltanto ao tempo tempo mano velho, mas traiçoeiro, eu acrescentaria, ele me faltou p comentar o Sundance e consequentemente o filme daquele diretor nojento. Escrevo em breve, talvez qdo minha folga driblar o tempo e conseguir me visitar.
Buemba! Buemba! Coqueirão urgente direto da terra do Tio Sam Bush, ou “Bullshit”, como diriam alguns brasileiros aqui. O mais engraçado é q os americanos ficam olhando c aquela cara de ponto de interrogação p a gente, como qq coisa q foge do roteiro deles. Se vc não entendeu, estou em Washington DC (que significa District of Columbia, p quem não sabe). Vim trabalhar na divulgação do 62º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermartologia no American Meeting (se vc é dermatologista é só clicar no link q redicionará p o site! hihihi) e aproveitei p, nas 4h q me restaram, conhecer os pontos turísticos da cidade. Pelo menos alguns. Bem aquela coisa de checar no guia o q é, pára na frente, tira foto (incluindo a especial p meu papis na Casa Branca c o dedo maior esticado), e corre p o próximo. Correr era meio difícil, já q (não) sentia minha bunda e pernas congeladas. Mas td bem, tirando o Lincoln Memorial q eu esqueci da existência, vi bastante coisa. Não devo ter perdido mto do Memorial, já q o highlight é o espelho de água q estava em greve e paralisou o reflexo congelando a água. Rarara.
Agora voltanto p meu espírito super-duper sério e falando c uma ponta de turismóloga, recomendo Whasington DC. Capitólio, Casa Branca, Washington Monument, museus etc são lindos; construções antigas e mto bem conservadas q comprovam o jeito organizado americano de ser. Tem-se o Capitólio e o Washington Monument em lados opostos e divididos por todas as secretarias e museus q retratam sua história. Ao lado do Washington Monument, a Casa Branca. Lembra mto Santiago do Chile, mas mais limpa. A cidade respira história e vangloria seus heróis, e no meio disso os tempos modernos tentam conseguir um espaço, gerando um contraste que, no fim, deixa a cidade ainda mais charmosa e interessante. Outro ponto p mencionar aqui: dificilmente se encontra lixo no chão, o q mais uma vez prova como é importante a consciência do papel de cada cidadão. Além disso, as ruazinhas perdidas no meio das gdes avenidas nos fazem ter a sensação q estamos entrando em um filme; dá até vontade de nos mudarmos só p morar nos predinhos. Contrastando com toda essa beleza, DC carrega o fardo de cidade mais violenta dos EUA. É difícil de acreditar qdo se vem visitar, mas conversando c os moradores, descobre-se q, em determinadas áreas da cidade, não se pode entrar a não ser q faça parte do gueto. Então mantenha-se longe dessas áreas, mas não desista de DC, ainda mais se sua amiga chamada Paula ser tão fofa ao ponto de viajar p curtir a noite da cidade c vc.
PS: voltanto ao tempo tempo mano velho, mas traiçoeiro, eu acrescentaria, ele me faltou p comentar o Sundance e consequentemente o filme daquele diretor nojento. Escrevo em breve, talvez qdo minha folga driblar o tempo e conseguir me visitar.
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