And all the things I thought I have figured out, I have to learn again
I've been tryin' to get down to the Heart of the Matter
But my will gets weak
And my heart is so shattered
(The Heart of the Matter - Eagles)
"Life is about not knowing, having to change, taking the moment and making the best of it, without knowing what's going to happen next. Delicious ambiguity" (Gilda Radner). A melhor definição do que é o caminho entre o caos e a criação, o significado de viver a vida.
sábado, julho 29, 2006
quinta-feira, julho 27, 2006
Quer Sagu?
Adoro sagu. E sempre q como sagu lembro do meu tio Paulo. Um dia, qdo ele e meu pai eram crianças, tinha sagu de sobremesa. Meu pai, como fã de sagu naquela época, estava comendo uma tijelona; e o tio Paulo não tinha ganho nada, pq ele não gosta de sagu. Porém, ele pediu sagu, e meu vô disse q ele não tinha sagu pq não gostava de sagu. Tio Paulo fez q fez q acabou ganhando um pouquinho. Ainda não satisfeito, disse q queria uma cumbuca cheia igual a do meu pai. Ganhou a cumbuca cheia. Depois da primeira colherada, a esperada frase veio: "ai, eu não gosto de sagu". Como um bom educador, meu vô o fez comer cada bolinha do sagu, até não se ver mais nada na cumbuca.
Connor é daquelas crianças geniosas, gosta de sentir q está no controle. Se vc oferece azul, ele pede verde, mm sabendo q ele odeia verde e ama azul. Se vc quer dar um pedaço inteiro, ele quer metade; se vc quer metade, ele quer inteiro. Se ele escolhe maçã, espera vc cortar p depois dizer q queria pêra. Se vc faz sanduíche c maionese, ele diz q não gosta de maionese e queria sem. E assim vai. Ele gosta, e sabe manipular algumas pessoas, mais especificamente a mãe dele. Sabe q comigo e c a Madi, isto está longe de acontecer. Mas, ele sempre tem seu gostinho de vitória qdo ele faz isso c a mãe dele, a tonta atende e a gente não pode falar nada. Sem comentar qdo ele faz uma tempestade num copo d'água por causa de um arranhãozinho ou de um nariz escorrendo, já q sabe q sua mãe é meio hipocondríaca. Pois esperei 11 meses e hj foi a minha vez. Senta q lá vem a história.
Hj ele foi pegar a mesinha dele no café-da-manhã e não sei como conseguiu virar a bendita de ponta cabeça e cair no seus dedões. Chorou c gosto, e c razão. Tb não posso dizer q não dói. A Elaina entrou em desespero, como se o dedo dele tivesse sido cortado fora. Eu só assistindo. Ela perguntava se estava doendo mto, ele dizia q era uma dor insuportável. Ela ligou p a médica, ela disse q se ele conseguia mexer e andar, não era nada demais. Ela disse q ele não iria p o acampamento, ficaria em casa visto q os dedos estavam doendo tanto. Ele sentou no sofá e ficou lá de bem c a vida. Qdo ela virou as costas, ele foi tirar o brinquedo do irmão. Qdo o irmão veio chorando, ele correu p o sofá como se fosse um santo. Eu só olhei bem p ele e disse q era impossível o dedo dele estar doento tanto se ele podia até correr. Depois olhei p a Elaina e disse q já tinha engessado 7 vezes (sério) e q como conhecedora do assunto, se alguma coisa estivesse acontecido ele não conseguiria nem andar direito. Diante disso, ela disse q ele teria q ir p o acampamento, e ele c sua manha conseguiu se safar. Resultado? A au pair q se fode! A Elaina saiu p a ginástica c a personal trainer dela, e eu fiquei c os 3. Os bebês dormiram, eu fico c o Connor. Então vim preparar lanche. Fiz um sanduíche, separei um pouco de cenoura e perguntei se ele queria milho cozido. Ele disse q sim, eu coloquei meio. Claro q ele bateu o pé q queria inteiro, eu disse q ele não aguentava, ele disse q comia sim. Eu olhei bem p o olho dele e disse: "Connor, vc tem certeza q consegue comer inteiro? Lembre-se q tem comer todo o seu sansuíche e toda a sua cenoura, foi essa a condição p vc ter batatinha como lanche". Ele respondeu q conseguia comer inteiro.
Coloquei o milho inteiro, pq sabia q hj seria a minha revanche. Só pensava na história od sagu. Ele sempre faz isso c a Elaina, claro q não consegue comer td, e a comida vai p o lixo. Qdo chegou na metade do milho, seu sanduíche e cenoura ainda no prato, disse q não aguentava mais. Antes mm da Elaina falar qq coisa (ela estava no telefone), já q sei q ela não vai tirar minha autoridade, eu disse q se ele ia comer td, já q era o q ele tinha dito. Ele olhou bem p minha cara, esperou a Elaina sair do telefone, e foi chorar p ela dizendo q não queria mais. Antes mm dela abrir a boca, eu repeti o q tinha dito. Como ela não tira minha autoridade, teve q dizer a mm coisa. Pois eu fiz ele sentar e comer milho por milho. E mordida por mordida do resto da comida. Não sei o q ela pensou, mas finalmente consegui fazer o q espero há meses. Maldade? Eu diria educação.
Connor é daquelas crianças geniosas, gosta de sentir q está no controle. Se vc oferece azul, ele pede verde, mm sabendo q ele odeia verde e ama azul. Se vc quer dar um pedaço inteiro, ele quer metade; se vc quer metade, ele quer inteiro. Se ele escolhe maçã, espera vc cortar p depois dizer q queria pêra. Se vc faz sanduíche c maionese, ele diz q não gosta de maionese e queria sem. E assim vai. Ele gosta, e sabe manipular algumas pessoas, mais especificamente a mãe dele. Sabe q comigo e c a Madi, isto está longe de acontecer. Mas, ele sempre tem seu gostinho de vitória qdo ele faz isso c a mãe dele, a tonta atende e a gente não pode falar nada. Sem comentar qdo ele faz uma tempestade num copo d'água por causa de um arranhãozinho ou de um nariz escorrendo, já q sabe q sua mãe é meio hipocondríaca. Pois esperei 11 meses e hj foi a minha vez. Senta q lá vem a história.
Hj ele foi pegar a mesinha dele no café-da-manhã e não sei como conseguiu virar a bendita de ponta cabeça e cair no seus dedões. Chorou c gosto, e c razão. Tb não posso dizer q não dói. A Elaina entrou em desespero, como se o dedo dele tivesse sido cortado fora. Eu só assistindo. Ela perguntava se estava doendo mto, ele dizia q era uma dor insuportável. Ela ligou p a médica, ela disse q se ele conseguia mexer e andar, não era nada demais. Ela disse q ele não iria p o acampamento, ficaria em casa visto q os dedos estavam doendo tanto. Ele sentou no sofá e ficou lá de bem c a vida. Qdo ela virou as costas, ele foi tirar o brinquedo do irmão. Qdo o irmão veio chorando, ele correu p o sofá como se fosse um santo. Eu só olhei bem p ele e disse q era impossível o dedo dele estar doento tanto se ele podia até correr. Depois olhei p a Elaina e disse q já tinha engessado 7 vezes (sério) e q como conhecedora do assunto, se alguma coisa estivesse acontecido ele não conseguiria nem andar direito. Diante disso, ela disse q ele teria q ir p o acampamento, e ele c sua manha conseguiu se safar. Resultado? A au pair q se fode! A Elaina saiu p a ginástica c a personal trainer dela, e eu fiquei c os 3. Os bebês dormiram, eu fico c o Connor. Então vim preparar lanche. Fiz um sanduíche, separei um pouco de cenoura e perguntei se ele queria milho cozido. Ele disse q sim, eu coloquei meio. Claro q ele bateu o pé q queria inteiro, eu disse q ele não aguentava, ele disse q comia sim. Eu olhei bem p o olho dele e disse: "Connor, vc tem certeza q consegue comer inteiro? Lembre-se q tem comer todo o seu sansuíche e toda a sua cenoura, foi essa a condição p vc ter batatinha como lanche". Ele respondeu q conseguia comer inteiro.
Coloquei o milho inteiro, pq sabia q hj seria a minha revanche. Só pensava na história od sagu. Ele sempre faz isso c a Elaina, claro q não consegue comer td, e a comida vai p o lixo. Qdo chegou na metade do milho, seu sanduíche e cenoura ainda no prato, disse q não aguentava mais. Antes mm da Elaina falar qq coisa (ela estava no telefone), já q sei q ela não vai tirar minha autoridade, eu disse q se ele ia comer td, já q era o q ele tinha dito. Ele olhou bem p minha cara, esperou a Elaina sair do telefone, e foi chorar p ela dizendo q não queria mais. Antes mm dela abrir a boca, eu repeti o q tinha dito. Como ela não tira minha autoridade, teve q dizer a mm coisa. Pois eu fiz ele sentar e comer milho por milho. E mordida por mordida do resto da comida. Não sei o q ela pensou, mas finalmente consegui fazer o q espero há meses. Maldade? Eu diria educação.
domingo, julho 16, 2006
ops...
Então, ontem me toquei, a caminho de San Diego c meus papis, q não escrevi o post de San Diego, ou Califórnia parte 3. Aqui entra o dilema: escrever sobre San Diego ou desencanar e vcs ficam sabendo de San Diego no post das minhas segundas férias? Como sou uma boazinha preguiçosa, vou só dizer o q achei de San Diego... e digo q amei San Diego, uma cidade deliciosa. Grande mas sem exageros, c um clima agradabilíssimo. Clima em termos de povo, não de tempo. Vida noturna tb uma delícia; Toshiro e Leo souberam dar uma agitada em nossa viagem. E só p não dizerem q não falei porcaria nenhuma da parte 3 da viagem, digo q vale a pena parar onde vc estiver de San Diego p ver o pôr-do-sol. É deslumbrante. E q qdo me aposentar me mudo p o condomínio de aposentados em La Jolla.
sábado, julho 08, 2006
Se não me engano, a primeira vez q escutei foi no "O Básico" num show da Insônica. Gostei da música, e não passou disso. Até q outros shows vieram, e percebi q a bendita realmente fazia mexer o esqueleto; tb adorava ver a empolgação da Fabicota qdo a melodia começava. Aí descobri a banda e o nome da música, decorei a letra, e juntava c a Fabi na empolgação fosse no show da Insônica, Cowbell, Vodka Frog ou qq outra banda q tinha bom gosto o suficiente p tocá-la. Pois não é q hj tive o prazer de escutar ao vivo a original? Sim meus amigos, acabo de chegar do show do Blues Traveler q teve em um bar aqui em Park City. E p fechar o show, teve Run Around. Inesquecível. E claro q trouxe consigo inúmeras lembranças.
quinta-feira, julho 06, 2006
"Sei lá
Tem dias que a gente olha p'ra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou q ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece alí
No oposto de um déjà vu
Sei lá
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo q a vida tomou
No trabalho e no amor
Se agente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No contrário de um vis a vis
Por isso eu quero mais
Não dá p'ra ser depois
Do que ficou p'ra trás
Agora que já é"
(Já É - Lulu Santos)
Tem dias que a gente olha p'ra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou q ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece alí
No oposto de um déjà vu
Sei lá
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo q a vida tomou
No trabalho e no amor
Se agente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No contrário de um vis a vis
Por isso eu quero mais
Não dá p'ra ser depois
Do que ficou p'ra trás
Agora que já é"
(Já É - Lulu Santos)
terça-feira, julho 04, 2006
100 Years
"I'm 15 for a moment
Caught in between 10 and 20
And I'm just dreaming
Counting the ways to where you are
I'm 22 for a moment
She feels better than ever
And we're on fire
Making our way back from Mars
15 there's still time for you
Time to buy and time to lose
15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live
I'm 33 for a moment
Still the man, but you see I'm a they
A kid on the way
A family on my mind
I'm 45 for a moment
The sea is high
And I'm heading into a crisis
Chasing the years of my life
15 there's still time for you
Time to buy, time to lose yourself
Within a morning star
15 I'm all right with you
15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live
Half time goes by
Suddenly you’re wise
Another blink of an eye
67 is gone
The sun is getting high
We're moving on
I'm 99 for a moment
Dying for just another moment
And I'm just dreaming
Counting the ways to where you are
15 there's still time for you
22 I feel her too
33 you’re on your way
Every day's a new day
15 there's still time for you
Time to buy and time to choose
Hey 15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live"
(100 Years - Five For Fighting)
Então, aproveite cada momento como se fosse único. Em algum lugar eles vão te levar, bom é sentir q a vida valhe a pena; e q cada acontecimento teve como consequência um aprendizado.
Caught in between 10 and 20
And I'm just dreaming
Counting the ways to where you are
I'm 22 for a moment
She feels better than ever
And we're on fire
Making our way back from Mars
15 there's still time for you
Time to buy and time to lose
15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live
I'm 33 for a moment
Still the man, but you see I'm a they
A kid on the way
A family on my mind
I'm 45 for a moment
The sea is high
And I'm heading into a crisis
Chasing the years of my life
15 there's still time for you
Time to buy, time to lose yourself
Within a morning star
15 I'm all right with you
15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live
Half time goes by
Suddenly you’re wise
Another blink of an eye
67 is gone
The sun is getting high
We're moving on
I'm 99 for a moment
Dying for just another moment
And I'm just dreaming
Counting the ways to where you are
15 there's still time for you
22 I feel her too
33 you’re on your way
Every day's a new day
15 there's still time for you
Time to buy and time to choose
Hey 15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live"
(100 Years - Five For Fighting)
Então, aproveite cada momento como se fosse único. Em algum lugar eles vão te levar, bom é sentir q a vida valhe a pena; e q cada acontecimento teve como consequência um aprendizado.
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