Adoro escutar as manias dos outros, é simplesmente hilário. Acho que são as particularidades do ser humano. Hoje me deparei com uma minha, e depois outra, depois outra.
Eu adoro tomar banho escutando música. A mania começa aí. Mas eu gosto de música alta. Mania II. E esse gosto tem de ser mantido quando vou tomar banho. E isso gera uma mania de ritual. Tenho que ligar a música primeiro, ir até o banheiro e ligar o chuveiro p ver se dá p escutar a música. Cool, uh?
Outra coisa é comida fria. Adoro comida (principalmente massa e menos carne, claro) fria. Será que a mania de pegar um pedaço de lasanha na geladeira e comer gelada e nojento? Realça o sabor! Bom, como dizem... cada louco com sua mania. Qual a sua?
"Life is about not knowing, having to change, taking the moment and making the best of it, without knowing what's going to happen next. Delicious ambiguity" (Gilda Radner). A melhor definição do que é o caminho entre o caos e a criação, o significado de viver a vida.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
terça-feira, janeiro 08, 2008
Wear Sunscreen?
Tenho andado meio angustiada.Tenho consciência do motivo, mas parecia que tudo o que eu estava fazendo para aliviar esta angústia não estava dando certo. O que, claro, gera mais angústia ainda. No fim das contas essa progreção aritimética em forma humana vira até uma situação cômica. Pelo menos soou assim para mim. Ou será que só é cômico quando colocamos para fora? Aquele coisa de quando nos ouvimos percebemos como conseguimos ser ridículos?
Em meio à minha angústia ontem, apelei para meu iTunes. Coloquei um shuffle; venha a música que vier, alguma pode ser apropriada para o momento; sempre tem alguma que esquecemos e que pode ser útil. Só sei que uma hora escutei "Wear Sunscreen" (aquele discurso de Formatura que virou música famosa...) e comecei a reavaliar os "musts" de momentos assim. Só sei que à noite percebi que esqueci do mais importante: ginástica. Seja lá qual for o tipo. Só sei que depois de 1h estava renovada. Parecia outra pessoa, e ainda me sinto renovada.Tudo bem que estou toda dolorida hoje, mas vale a pena. Até me inspirei em ir correr no Ibirapuera depois do trabalho. Dá para ir a pé e voltar a pé. E também já fiz minha playlist para dar um tempero especial à terapia de hoje.
Portanto, meus amigos, If I could offer you only one tip for the future, exercise would be it.
Em meio à minha angústia ontem, apelei para meu iTunes. Coloquei um shuffle; venha a música que vier, alguma pode ser apropriada para o momento; sempre tem alguma que esquecemos e que pode ser útil. Só sei que uma hora escutei "Wear Sunscreen" (aquele discurso de Formatura que virou música famosa...) e comecei a reavaliar os "musts" de momentos assim. Só sei que à noite percebi que esqueci do mais importante: ginástica. Seja lá qual for o tipo. Só sei que depois de 1h estava renovada. Parecia outra pessoa, e ainda me sinto renovada.Tudo bem que estou toda dolorida hoje, mas vale a pena. Até me inspirei em ir correr no Ibirapuera depois do trabalho. Dá para ir a pé e voltar a pé. E também já fiz minha playlist para dar um tempero especial à terapia de hoje.
Portanto, meus amigos, If I could offer you only one tip for the future, exercise would be it.
sábado, janeiro 05, 2008
Heavy Heart
Decidi voltar a escrever. Não só porque completa meu ciclo de terapia somado a cantar no carro e praticar algum esporte, ou porque fará o trabalho do meu futuro terapeuta mais fácil, mas simplesmente porque me faz bem. Acho que às vezes a mente humana consegue atingir uma quantidade de pensamentos tão inimaginável que, antes que ela exploda, é melhor que eles sejam compartilhados.
Fui ao casamento de uma grande amiga hoje. Evangélica. Casamento um pouco diferente, mas até que o pastor falou algumas coisas para se pensar. Se eu estivesse 100% concentrada nas palavras dele eu até comentaria, mas logo após a primeira frase do discuro, minha cabeça foi longe. Ele começou dizendo que muitas pessoas não acreditam mais no casamento, e por isso muitas não casam. Agora eu pergunto: se casamento é tão sagrado assim e uma união tão feliz, porque o mestre de cerimônias dá lições de moral e fala que o casal vai encontrar muitas barreiras mas que vai ter que resistir e etc no dia mais feliz dos pombinhos? Não consigo entender isso. E porque o casamento é onde todos querem chegar? Porque não morar junto e usar o dinheiro dos enfeites para viajar, por exemplo? Tudo bem, sou mulherzinha e quero casar um dia, mas acho que vai ser uma ceriônia pequena, "rezada" por algum amigo (como no casamento da Phoebe e do Mike, em Friends) e só vou assinar os papéis do civil. Posso me vestir de branco, jogar buquê e depois receber a chuva de arroz, mas não quero ninguém chorando e ou alguém me explicando o que é o casamento. Não quero perder a graça de descobrir o que ele é.
Aproveitando a brecha do casamento... eu tenho 23 anos. Não me considero uma pessoa velha ou perto de ser titia, muito pelo contrário. Será que alguém pode me explicar qual é essa mania das pessoas falarem oi e depois pergutarem da sua vida amorosa? Se for falta de ter o que falar, prefiro continuar com o bom e velho diálogo sobre o tempo. Quando a resposta for diferente, vai ficar bem claro para todo mundo já que terão que falar oi para duas pessoas, certo? Quando escuto a pergunta over and over again concluo que as pessoas são egoístas. Claro que elas não vão pensar no que eu penso, mas esta falta de sensibilidade pode torná-las egoístas. É como se não bastasse o que passamos, é como se viver uma decepção não fosse o suficiente. As pessoas precisam insistir em nos perguntar, para cada vez termos um flashback do porquê o último não deu certo, ou porque a situação atual é complicada. Sinceramente, a mente já está tomando conta disso, neste quesito empurrõezinhos não são necessários. Portanto, pessoas, perguntem sobre o tempo.
Fui ao casamento de uma grande amiga hoje. Evangélica. Casamento um pouco diferente, mas até que o pastor falou algumas coisas para se pensar. Se eu estivesse 100% concentrada nas palavras dele eu até comentaria, mas logo após a primeira frase do discuro, minha cabeça foi longe. Ele começou dizendo que muitas pessoas não acreditam mais no casamento, e por isso muitas não casam. Agora eu pergunto: se casamento é tão sagrado assim e uma união tão feliz, porque o mestre de cerimônias dá lições de moral e fala que o casal vai encontrar muitas barreiras mas que vai ter que resistir e etc no dia mais feliz dos pombinhos? Não consigo entender isso. E porque o casamento é onde todos querem chegar? Porque não morar junto e usar o dinheiro dos enfeites para viajar, por exemplo? Tudo bem, sou mulherzinha e quero casar um dia, mas acho que vai ser uma ceriônia pequena, "rezada" por algum amigo (como no casamento da Phoebe e do Mike, em Friends) e só vou assinar os papéis do civil. Posso me vestir de branco, jogar buquê e depois receber a chuva de arroz, mas não quero ninguém chorando e ou alguém me explicando o que é o casamento. Não quero perder a graça de descobrir o que ele é.
Aproveitando a brecha do casamento... eu tenho 23 anos. Não me considero uma pessoa velha ou perto de ser titia, muito pelo contrário. Será que alguém pode me explicar qual é essa mania das pessoas falarem oi e depois pergutarem da sua vida amorosa? Se for falta de ter o que falar, prefiro continuar com o bom e velho diálogo sobre o tempo. Quando a resposta for diferente, vai ficar bem claro para todo mundo já que terão que falar oi para duas pessoas, certo? Quando escuto a pergunta over and over again concluo que as pessoas são egoístas. Claro que elas não vão pensar no que eu penso, mas esta falta de sensibilidade pode torná-las egoístas. É como se não bastasse o que passamos, é como se viver uma decepção não fosse o suficiente. As pessoas precisam insistir em nos perguntar, para cada vez termos um flashback do porquê o último não deu certo, ou porque a situação atual é complicada. Sinceramente, a mente já está tomando conta disso, neste quesito empurrõezinhos não são necessários. Portanto, pessoas, perguntem sobre o tempo.
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